Fim de ano, fim de temporada do futebol brasileiro e fim da série dos clubes ”sumidos” do nosso interior. Para fechar, destaco times das últimas letras do alfabeto, que coincidentemente acumula uma série de equipes tradicionais, como o Taubaté, União São João e os queridos XV de Piracicaba e o de Jaú.
TAQUARITINGA
Fundação: 17 de março de 1942
História: o CAT, como o Clube Atlético Taquaritinga também é conhecido, foi fundado com as cores da Itália (verde, vermelho e branco). O problema é que isto aconteceu em plena II Guerra Mundial, período em que havia uma lei que proibia o uso das cores e nomes em referências às nações inimigas. A saída foi trocar o branco da bandeira italiana pelo preto. Muitos historiadores afirmam que a inclusão do preto foi um protesto pela proibição. Disputa seu primeiro campeonato profissional em 1954, a terceira divisão. Não joga em 1955 e debuta na segunda divisão em 1956, torneio que disputa até 1959. Em 1960 se licencia e volta para a terceira divisão em 1961, conquistando o título em 1964. Após jogar a segundona por três anos consecutivos, se licencia novamente do futebol em 1968. Permanece sem jogar as competições promovidas pela Federação Paulista até 1973. Em 1974 retorna e joga a terceirona. O CAT cai para a quarta divisão em 1977. Conquista o acesso em 1979 e uma nova era começa para o clube.
Participação em Campeonatos Paulistas: Em 1981 sobe para a segunda e em 1982 é campeão desta divisão, alcançando pela primeira vez a principal divisão. O grande problema é que o estádio do CAT não tinha condições de receber os jogos. Num esforço que contou com a ajuda de toda a população de Taquaritinga, foi construído o Taquarão em tempo recorde, estádio que foi plenamente aprovado. Após uma estréia discreta na elite em 1983, o Taquaritinga faz má campanha e é rebaixado em 1984, retornando para a primeira divisão apenas em 1993, após conquistar o título da segundona em 1992.
Rebaixamentos: novamente o CAT não consegue se destacar na divisão principal do futebol paulista e com a reestruturação promovida pela Federação Paulista de Futebol, os clubes que ficaram do 5º. ao 14º. lugar do Grupo B em 1993 – grupo que era formado apenas por equipes consideradas pequenas – voltaram para a segunda divisão. Começa uma seqüência de quedas: 1995 para a terceira divisão e 1996 para a quarta divisão. O clube volta para a terceira em 1998, mas cai novamente em 1999. O Taquaritinga reage e conquista uma série de promoções: 2000 para a terceira e em 2002 para a segunda divisão. No período de 2003 a 2009 o CAT fez uma série de boas campanhas e quase alcançou o acesso para a primeirona em diversas oportunidades. Infelizmente em 2010 o CAT volta a ser rebaixado para a Série A-3 (terceira divisão)
Que fim levou: em 2011 o clube disputará a Série A-3 do Campeonato Paulista (terceira divisão).
Confrontos com o Corinthians
São apenas cinco confrontos. O Coringão venceu três, empatou um e perdeu outra. O alvinegro marcou seis gols e sofreu três.
TAUBATÉ
Fundação: 1 de novembro de 1914
História: desde 1904 o futebol era praticado na cidade de Taubaté, porém foi só em 1914 que o Sport Club Taubaté (atual Esporte Clube Taubaté) é fundado.
Participação em Campeonatos Paulistas: Disputa os campeonatos amadores com destaque até que em 1927 joga o seu primeiro campeonato paulista, organizado pela Liga Amadora de Futebol (LAF), porém largou o torneio no meio, juntamente com Corinthians, Independência, Sílex e Sírio, e seus resultados foram ignorados. Somente em 1947 volta a jogar um campeonato paulista, desta vez o da segunda divisão, permanecendo nele até 1954, quando conquista o título e o direito de jogar a primeira divisão. Joga contra os grandes clubes por oito anos (de 1955 a 1962), sendo que a sua melhor colocação foi um 7º. lugar em 1959. Disputou a segunda divisão de 1963 a 1968. De 1969 a 1975 se retira do futebol profissional. O retorno se dá em 1976, novamente na segundona. Em 1979 o Taubaté repete o feito de 1954 e conquista o título, voltando para a primeira divisão com todo direito. De 1980 a 1984 joga na elite do futebol paulista, com destaque para a campanha de 1984 quando o Burro da Central ficou na 6ª. colocação e por pouco não disputou o quadrangular decisivo.
Rebaixamentos: a queda veio em 1984, quando o clube ficou na 20ª. e último lugar. A partir daí o “caldo engrossou” para o Taubaté. De 1985 a 1993 joga a segunda divisão. De 1994 a 2003 joga a terceirona, voltando para a segundona em 1994, mantendo-se nela até 2007. Encara a Série em 2008, a Série B-1 (quarta divisão) em 2009 e retorna para a A-3 em 2010.
Um mascote diferentão: a origem do “Burro da Central” é bastante curiosa. O Taubaté disputava a segunda divisão do Paulista em 1954 e estava classificado para a fase decisiva. O primeiro adversário foi o Comercial-RP fora de casa. O Taubaté conseguiu uma brilhante vitória por 6 a 3, porém utilizou o jogador Alcino, que estava com sua inscrição irregular na Federação Paulista. Resultado: o Taubaté perdeu os pontos e o jornal A Gazeta Esportiva fez uma charge em que representava o clube com a figura de um burro. Ao invés de ficar contrariada, a torcida do Taubaté adotou o burro como mascote desde então. Antes o apelido do clube era “Gigante do Vale”.
Que fim levou: em 2011 o clube disputará a Série A-3 do Campeonato Paulista (terceira divisão).
Confrontos com o Corinthians
São 41 jogos, sendo 22 vitórias alvinegras, 11 empates e oito “burradas” (vitórias do Taubaté, o nosso querido Burro da Central). O mais incrível é que cinco das oito vitórias do Taubaté foram pelo mesmo placar: 2 a 1. O Coringão fez 78 gols e levou 40.
UNIÃO AGRÍCOLA BARBARENSE
Fundação: 22 de novembro de 1914
História: é marcada pelas várias mudanças de nome. Fundado como União Foot-Ball Club, em 1918 passa a chamar Athlético Barbarense Foot-Ball Club e em 1919 para Sport Club Athlético Barbarense. Em 1920 acontece uma fusão com o clube 7 de Setembro da Fazenda São Pedro, mudando o nome para Sport Club União Agrícola Barbarense. Alguns meses depois, finalmente, decide-se pelo nome que permanece até hoje. Atuando nos campeonatos amadores por vários anos, o União Agrícola Barbarense estréia no futebol profissional apenas em 1964, quando joga a quarta divisão do Paulistão. Conquista seu primeiro título em 1967, o Campeonato Paulista da terceira divisão.
Participação em Campeonatos Paulistas: o vice-campeonato da terceira divisão de 1990 credencia o União Agrícola à segundona. Em 1993 o time é rebaixado, mas retorna à segunda divisão em 1997. Já o título da segundona em 1998 coloca o time de Santa Bárbara d´Oeste na divisão principal do futebol paulista pela primeira vez. Seus melhores momentos na Série A aconteceram em 2003 e 2004, quando o clube chegou às quartas-de-final do torneio.
Rebaixamentos: a má campanha no ano de 2005 faz o União Agrícola Barbarense voltar para a Série A-2 (segunda divisão). Uma grave crise administrativa e financeira assola o clube e as quedas tornam-se comuns, sendo que em 2006 o time cai para a Série A-2 (terceira divisão). Em 2008 volta para a Série A-2.
Projeção nacional: o União Agrícola Barbaremse conquista o título da Série C do Campeonato Brasileiro de 2004, porém é rebaixada no ano seguinte.
Que fim levou: em 2011 o clube disputará a Série A-2 do Campeonato Paulista (segunda divisão).
Confrontos com o Corinthians
Foram apenas sete. O Coringão venceu quatro vezes, empatou duas e perdeu uma (1 x 3 na primeira partida entre as duas equipes, pelo Paulistão de 1999). O Timão marcou 14 gols, enquanto o União Agrícola Barbarense balançou as redes corintianas em 10 oportunidades.
UNIÃO SÃO JOÃO
Fundação: 14 de janeiro de 1981
Histórico: o União São João é o sucessor da Sociedade Esportiva e Recreativa Usina São João, que era ligada – como o próprio nome diz – a uma Usina de cana-de-açúcar. Destacou-se no cenário nacional em 1994 por se tornar o primeiro clube-empresa do Brasil, com a criação da União São João S/A, que é controlada pelo próprio União São João Esporte Clube.
Participação em Campeonatos Paulistas: seu primeiro campeonato oficial foi a terceira divisão do Campeonato Paulista em 1981. No ano seguinte já estava classificado e disputou a segunda divisão estadual, permanecendo nesta divisão até 1987, quando conquista o título e uma das vagas para a divisão principal. Joga na primeira divisão do Campeonato Paulista de 1988 a 2005. Apesar de ser considerado um time difícil de ser vencido em casa pelos grandes clubes, o União São João não chegou a fazer campanhas marcantes nestes anos na elite. Destacou-se com o vice-campeonato do Paulistão de 2002, num torneio que foi disputado apenas pelos clubes considerados pequenos, pois os grandes estavam jogando o Rio-São Paulo.
Rebaixamentos: desde 2006 disputa a Série A-2 do Paulistão, tendo que em todos os anos disputou a fase decisiva, mas sem sucesso.
Projeção nacional: participou das três principais séries do Campeonato Brasileiro de futebol. Jogou e ganhou o título da Série C de 1988, primeira competição nacional que jogou. Após jogar o Brasileirão da segunda divisão em 1989, o União São João voltou a disputar a competição em 1992 e em 1996, ano que conquistou o título. Participa da principal divisão do Brasil por três anos consecutivos: 1993 (12º. lugar), 1994 (21º. lugar) e em 1995 (24º. e último lugar). O título da segunda divisão nacional em 1996 colocou o União São João de volta á elite. Só que em 1997 o time repete as más campanhas e volta a ser rebaixado (26º. e último lugar). Joga a segunda divisão em 1998 e 2003, quando é rebaixado. Na Série C (terceira divisão) não repete as boas campanhas e é um mero coadjuvante nos anos de 2004 e 2005.
Que fim levou: em 2011 o clube disputará a Série A-2 do Campeonato Paulista (segunda divisão).
Confrontos com o Corinthians
Em 23 confrontos, o Corinthians venceu 16, empatou quatro e perdeu três. Foram 40 gols marcados pelo alvinegro, enquanto o time de Araras fez 20 tentos.
VELO CLUBE
Fundação: 28 de agosto de 1910
Histórico: apesar de ter sido fundado em 1910, a prática do futebol só começa no clube em 1920. Logo o Velo Clube destacou-se chegando a conquistar o título de Campeão do Interior em 1925 e em 1926 ser o vice-campeão do estado, em um campeonato organizado pela APEA (Associação Paulista de Esportes Atléticos).
Participação em Campeonatos Paulistas: em 1948 decide ingressar ao futebol profissional, quando disputa a segunda divisão do Paulistão. Joga a asegundona até 1952, quando em 1953 a Federação Paulista decide que apenas clubes der cidades com mais de 50 mil habitantes poderiam jogar a competição. O Velo Clube volta a jogar a segundona em 1954, até que em 1956 é rebaixado. De 1957 a 1971, o clube joga a quarta divisão (1960) e a terceira, se licenciando em dois períodos (1959, 1969 a 1971), sendo que o segundo licenciamento se deu por causa da construção do seu estádio. Volta em 1972, disputando esta divisão até 1978, ano em que conquista o acesso à principal divisão paulista. Permanece na primeira divisão por apenas um ano, sendo rebaixado em 1979.
Rebaixamentos: o Velo Clube volta a disputar a segunda divisão no período de 1980 a 1987, quando sofre novo rebaixamento. Joga a terceira divisão em 1988 e se licencia em 1989 e 1990, voltando em 1991 para a terceirona. Nova queda em 1994 e novo licenciamento em 1995. Retorna em 1996 na quinta divisão e, graças à reestruturação das divisões feita pela Federação Paulista, volta para a quarta divisão em 1997. Em 2010 é promovido para a Série A-3 (terceira divisão).
Que fim levou: em 2011 o clube disputará a Série A-3 do Campeonato Paulista (terceira divisão).
Confrontos com o Corinthians
Apenas três. O Corinthians venceu dois e empatou, sendo que o alvinegro marcou cinco gols e não tomou nenhum.
XV DE JAÚ
Fundação: 15 de novembro de 1924
História: o XV de Jaú nasceu para representar a cidade de Jaú no cenário futebolístico de São Paulo, coisa que os outros times existiram na cidade nunca conseguiram fazer. A fundação foi num bar chamado São Pedro e suas cores foram sugeridas em homenagem ás cores do Brasil. Como todos os clubes da época, o XV jogou campeonatos municipais e regionais até 1948, quando disputa a segunda divisão organizada pela Federação Paulista e “turbinada” pela Lei do Acesso.
Participação em Campeonatos Paulistas: em 1951 o XV de Jaú conquista o título da segundona e ganha o direito de jogar na elite paulista a partir de 1952, divisão em que permanece até 1959. A melhor colocação neste período foi o 5º. lugar em 1956, sendo o melhor clube do interior do torneio.
Rebaixamentos: em 1958 o clube de Jaú fica na 18ª. colocação e é rebaixado. O XV disputa a segunda divisão de 1960 a 1967, até se licenciar do futebol profissional. O afastamento se dá de 1968 a 1974, quando o clube retorna para a disputa da segunda divisão em 1975. No ano seguinte, 1976, o Galo da Comarca (apelido do XV de Jaú) conquista o seu segundo título da segunda divisão e se credencia novamente para jogar entre os grandes clubes.
A segunda e última passagem na primeirona se deu no período de 1977 a 1993. Nesta segunda fase na primeira divisão destacam-se as campanhas de 1981, quando a equipe passou para a segunda fase do Paulistão nos dois turno, de 1988, quando o XV ficou n0 4º. lugar na classificação geral e passou para a segunda fase e em 1990, quando ficou em segundo lugar no grupo das “equipes pequenas” e disputou a segunda fase. Em 1993 o XV de Jaú disputa o Grupo B, que só contava com as “equipes pequenas”. Devido a uma reestruturação da federação Paulista, as equipes que ficaram do 5º. ao 14º. lugar passaram a integrar a segunda divisão. O XV ocupou a 11ª. colocação e foi rebaixado.
Bastaram mais dois anos na segundona para o XV de Jaú voltar à primeirona em 1996. Porém a má colocação fez com que o clube voltasse para a segunda divisão em 1997. Uma grave crise administrativa e financeira reflete no desempenho do time e um novo rebaixamento, desta vez para a terceira divisão, acontece em 1997. O XV só volta a jogar a segunda divisão em 2007, só que faz péssima campanha em 2008 e volta a cair.
Curiosidade: o XV de Jaú foi o primeiro clube do interior de São Paulo a jogar no Maracanã. Foi em 10 de setembro de 1953, quando o XV retribuiu a visita do Flamengo a Jaú (em 8 de março de 1953) e disputou um amistoso no maior estádio do mundo. E olha que a equipe de Jaú não fez feio, pois empatou em 4 a 4 com o Mengão.
Que fim levou: em 2011 o clube disputará a Série A-3 do Campeonato Paulista (terceira divisão).
Confrontos com o Corinthians
Em 54 partidas o Corinthians venceu 33 partidas, empatou 14 e perdeu sete. O Timão marcou 101 gols e tomou 45.
XV DE PIRACICABA
Fundação: 15 de novembro de 1913
História: o XV nasceu da fusão entre as equipes do Vergueirense e do 12 de Outubro, times de várzea de Piracicaba. Logo o time caiu nas graças da torcida e passou a ser o principal representante da cidade no futebol paulista. Os resultados não demoraram a aparecer. Sua participação no futebol paulista sempre foi destacada, pois desde a década de 1920 o XV disputava os campeonatos promovidos pela APEA. Já na década de 1930 o clube conquista o bicampeonato do interior. O XV de Piracicaba tornava-se cada vez maior e se destacava como o melhor time do interior paulista. Sua grandeza foi comprovada quando se criou a Lei de Acesso em 1947 e logo no primeiro campeonato da segunda divisão o XV levou o título. Infelizmente o clube acabou não sendo promovido e precisou conquistar novamente o título da segundona em 1948, tornando-se o primeiro clube a conquistar o acesso para a primeira divisão desde a criação do acesso. Disputa a primeirona durante o período de 1949 a 1965, com campanhas modestas na grande maioria das suas participações. A melhor colocação foi o 5º. lugar em 1958, atrás apenas das grandes equipes.
Rebaixamentos e retornos: em 1965 o time fica em penúltimo lugar e acaba rebaixado. A estada na segunda divisão dura apenas dois anos, quando o XV conquista o título de 1957 e volta para a elite. De 1968 a 1980 o XV de Piracicaba permanece na primeira divisão e a campanha que se destaca é a de 1976, quando o time conquista o vice-campeonato, atrás apenas do Palmeiras. A última colocação no campeonato de 1980 rebaixa o XV, que entra em “parafuso”. Joga a segundona em 1981, se licencia em 1982 e joga e conquista o título e o acesso em 1983. Novas participações na primeira divisão entre os anos de 1984 a 1993, destacando-se em 1990, quando foi o campeão de seu grupo e disputou a fase semifinal. Novo rebaixamento em 1993, porém o sofrimento durou pouco e a terceira colocação na segunda de 1994 promove o XV de Piracicaba para a principal divisão novamente. O campeonato de 1995 foi a última vez que o XV jogou na primeira divisão. Graças à 14ª. colocação, a equipe é rebaixada.
De 1996 a 2000 joga a segunda divisã0. Novo rebaixamento e o representante de Piracicaba disputa a terceira divisão em 2001 a 2005, quando conquista a promoção para a segundona. Breve passagem pela segundona, pois o XV joga e rebaixa em 2006. De 2007 a 2010 disputa a terceira divisão (Série A-3).
Projeção nacional: o XV disputou a primeira divisão do Brasileirão em 1977 (ficando na 22ª. colocação, a frente do Inter-RS, Fluminense, Guarani e Portuguesa), e de 1978 (quando fez má campanha). Mas o destaque foi a campanha no Brasileirão de 1979, quando o XV acabou no 13º lugar, disputando a terceira fase do torneio. Joga a Taça de Prata (segunda divisão) em 1980 e não passa da primeira fase. Volta a jogar a segundona do Nacional em 1984 sem sucesso. Em 1988 joga a terceira divisão e em 1989, 1990 e 1991 a segundona, todas sem êxito. Em 1995 o XV de Piracicaba conquista a sua maior glória nacional: o título da Série C – terceira divisão – do Brasileirão. Disputa a segunda divisão em 1996, 1997, 1998, 1999, 2001 e 2002, quando é rebaixado. Joga o Módulo Amarelo da Copa João Havelange em 2000. Joga a terceira divisão nacional pela última vez em 2003.
Projeção internacional: o XV de Piracicaba fez uma extensa excursão ao exterior em 1964. A equipe jogou na Suécia, Polônia, Alemanha Ocidental e Oriental e URSS (Rússia, Moldávia, Ucrânia, Cazaquistão e Uzbequistão).
Um mascote que marcou época: o Nhô Quim, mascote do XV, é nacionalemnte conhecido. Ele foi criado pelo artista piracicabano Edson Rontani e retrata o típico torcedor caipira.
Que fim levou: em 2011 o clube disputará a Série A-2 do Campeonato Paulista (segunda divisão).
Confrontos com o Corinthians
Dos 72 confrontos, o Coringão venceu 45 jogos, empatou 18 e perdeu nove vezes. O ataque corintiano marcou 154 tentos e sua defesa levou 76 gols.

























































